Golpe virtual usa o nome de Dilma Rousseff e o acidente de Eduardo Campos como iscas

Golpe virtual usa o nome de Dilma Rousseff e o acidente de Eduardo Campos como iscas

Em tempos em que o segundo turno das eleições presidenciais divide o país, a ESET – empresa especializada em segurança da informação digital – alerta para um golpe que usa como iscas os nomes da presidenta Dilma Rousseff e de Eduardo Campos, candidato à presidência falecido em acidente aéreo em agosto último. O objetivo é disseminar um trojan (Cavalo de Troia), voltado a roubar os dados bancários das vítimas.

De acordo com a ESET, a técnica é espalhada via e-mail e usa uma falsa chamada do site G1 (imagem abaixo), indicando que a presidente Dilma foi indiciada pelo acidente aéreo de Campos, por suposto envolvimento no caso.

Uma vez que consegue captar o interesse dos internautas, o e-mail tenta induzir as vítimas a clicar no falso link logo abaixo da chamada (“ASSISTA AQUI A REPORTAGEM COMPLETA”). Ao clicar, um arquivo ZIP é baixado automaticamente. Trata-se de um malware do tipo Trojan Downloader, desenvolvido para roubar senhas bancárias e números de cartões de crédito do usuário.

“Atualmente, o Brasil está entre os países no qual as pessoas mais utilizam o home banking e, portanto, tem sido um alvo constante desse tipo de ataque voltado a roubar dados bancários”, pontua Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “De acordo com nossos relatórios, hoje, os códigos maliciosos Win32/TrojanDownloader.Banload seguem como os mais identificados em território brasileiro”, complementa.

A ESET recomenda que, para não cair nesse golpe, os usuários precisam evitar clicar em links de e-mails suspeitos ou desconhecidos e ter uma solução de segurança atualizada, instalada no computador ou dispositivos com acesso à internet.

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